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Notas da versão

v1: lançamento inicial

A partir de uma única extração, o ddf gera três artefatos versionáveis (projeto dbt, documentação Markdown e contexto para IA), com curadoria humana preservada entre reexecuções.

  • Extração: dois motores nativos, Postgres e MariaDB, cada um lendo estrutura, chaves, restrições e uma amostra real de cada tabela em paralelo. Três estratégias de amostragem: percentual de linhas, tabela inteira e amostragem por faixa.
  • Curadoria: papel de negócio e regras de negócio registrados em overrides YAML, preservados entre reextrações da mesma fonte. Mudança estrutural real é detectada e avisada, sem apagar curadoria de colunas que continuam existindo.
  • Análise: duas frentes de métrica, por coluna e por tabela, calculadas automaticamente sobre os dados curados, sem decisão do usuário.
  • Artefatos: três Geradores, um projeto dbt rodável com testes de qualidade sugeridos a partir de métrica real, documentação Markdown navegável, e contexto denso em JSON para agente de IA.
  • Extensão: Extrator e Gerador são pontos de extensão reais desde esta versão, descobertos via importlib.metadata.entry_points, com o mesmo mecanismo usado pelos Adapters nativos.

Fora do escopo desta versão

  • Fontes além de Postgres e MariaDB (arquivo, API) ficam para avaliação futura, sem prioridade definida.
  • O ddf é uma ferramenta de análise sob demanda que produz artefatos versionáveis, não um MCP server: não mantém conexão contínua com a fonte nem expõe um serviço consultável em tempo real.
  • Sugestão de teste de qualidade é limitada a regras determinísticas sobre métrica real; não há detecção estatística de anomalia nem inferência baseada em modelo.
  • O ddf é consumido só pela linha de comando nesta fase, sem camada de consulta via API ou web.
  • Sem heurísticas de análise automática avançadas, como inferir relacionamento por convenção de nome de coluna ou gerar glossário de domínio automaticamente.
  • Testes de integração contra banco real cobrem hoje Postgres e MariaDB, via testcontainers; a mesma prática acompanha a chegada de cada fonte nova, não é antecipada.